Título da Redação: O capitalismo e a camarotização elitista

Proposta: A “Camarotização” da sociedade brasileira: a segregação das classes sociais e a democracia

Redação enviada há mais de 3 anos por Marina Oliveira


Maior poder de compra, ascenção socioeconômica de classes populares. Os pobres começam a ter mais acesso ao capital, enquanto os ricos segregam-se receosos frente à "invasão dos novos burgueses". As elites estabelecem-se em seu camarote social, excluindo os que não gozam dos mesmos privilégios. O retrato da sociedade pós- Revolução Industrial torna-se uma contradição à própria definição de democracia. Mas que democracia é essa, em que a elite só fica mais rica e os pobres, mais abastados?
A camarotização social, vivida atualmente, é fomentada pelo próprio sistema capitalista vigente e tem sido enraizada desde o Período Colonial brasileiro. Tal Período, traz como um exemplo de sua herança histórica, as políticas governamentais, quase sempre indiferentes às mazelas dos menos favorecidos.
A segregação crescente da elite prejudica até mesmo as relações comunitárias entre as classes e a destruição do princípio do bem comum, fundamental em qualquer sociedade.
A dizimação da estratégia da segregação social dos ricos, portanto, implicaria na volta do verdadeiro convívio social, na identidade comum de cidadãos e, inevitavelmente, na diminuição das desigualdades entre classes. A solidariedade orgânica de Durkheim finalmente pondo-se em prática. Solução esta que, infelizmente, o capitalismo vigente não permite.

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