Título da Redação: Autarquia Religiosa

Proposta: A intolerância religiosa no Brasil

Redação enviada há cerca de 3 anos por luiza badalotti


O sincretismo tornou-se um grave problema, do século XXI, no mundo. A maciça aversão por outras crenças teve início, no Brasil, com a Contrarreforma, a qual negou as novas religiões protestantes com o Concilio de Trento, que impunha o catolicismo aos colonos brasileiros e propagava a intolerância a outros cultos. O desrespeito e o preconceito é fruto do período colonial, tendo em vista que, ele disseminou o extremismo religioso pela população.
A descomedida rivalidade entre cultos provoca corriqueiros atritos na sociedade. Os estereótipos são equívocos, que reforçam as desavenças religiosas, como exemplo, os muçulmanos, os quais são constantemente associados a grupos terroristas, tornando, assim, o preconceito eminente em inevitável. A disputa entre católicos e hebreus pela cidade de Jerusalém concretiza que os choques de interesses regionais e financeiros são também motivos para esta intolerância. Portanto a manutenção de atitudes preconceituosas gera o desacato humano o qual deveria ser evitado com o respeito mútuo entre crenças.
O Brasil impôs a separação do Estado com a Igreja, afirmando uma postura laica e neutra, todavia a laicidade do país não é respeitada pela população extremista. Embora não exista religião oficial, proposta pela Constituição, existe uma predominante, a qual cria uma espécie de autarquia religiosa. A preponderância de uma crença por outra é uma desigualdade que afirma a diferença de poder entre elas, o excesso de autoridade resulta na cobiça a qual encaminha o homem a desrespeitar os considerados “inferiores”.
Com a finalidade de reverter os valores português ,deixados no Brasil colônia, as escolas públicas e particulares devem explorar as diversas religiões com os alunos e ensinar-lhes a tolerância. Os estudantes devem compreender que o sentimento de superioridade e uma arma contra a sociedade e que causa o destrutivo preconceito, proporcionando o desvio na paz mundial. Como medida paliativa, o homem que propaga a intolerância religiosa, deveria ser penalizado e encaminhado a um centro educativo para fazê-lo romper com seu caráter preconceituoso. A educação tem como principio a transformação da criança em um adulto consciente, alerta das consequências de suas ações morais, alias, já afirmava Pitágoras “Eduquem as crianças de hoje e não será preciso castigar os homens de amanhã”.

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