Título da Redação: Intolerância religiosa: guerra sem vencedor

Proposta: A intolerância religiosa no Brasil

Redação enviada há cerca de 3 anos por Thiago Paiva


O homem sempre teve dificuldade de conviver socialmente. Na Primeira Guerra Mundial, o imperialismo, movido pelo nacionalismo ufanista, provocou milhões de mortes. No Nazismo, Adolf Hitler convenceu a Alemanha inteira de que a raça ariana era superior às outras e que os judeus deveriam ser exterminados. Atualmente, a intolerância religiosa gera uma verdadeira guerra, ainda que por muitas vezes velada. Dessa forma, é importante estar atento a esses conflitos ideológicos.
Nem sempre espelhos produzem imagens reais, visto que espelhos deformados produzem imagens deformadas, alterando a percepção do observador. De forma análoga, a imagem do outro pode percebida de um modo deformado, se vista, através da ótica da falta de conhecimento. Esse desconhecimento gera preconceito e esteriotipa grupos religiosos: islâmicos são terroristas, cristãos são fanáticos e os praticantes da Umbanda são macumbeiros. Entretanto, não se pode generalizar, pois as vertentes radicais são apenas a minoria.
Para a Filosofia, não existe verdade absoluta. Por exemplo: a verdade do católico não se sobrepõe à verdade do agnóstico que, por sua vez, não se sobrepõe à verdade do budista, porque cada doutrina é soberana para o seu seguidor. No Brasil, fala-se muito que os evangélicos são intolerantes com os ateus, porém há alguns meses na Parada Gay em São Paulo, os ativistas ridicularizaram a imagem de Cristo para atacar os fiéis. Portanto, a não aceitação de outras crenças gera guerras nas quais ninguém sai vencedor.
O resultado da intolerância religiosa, sem dúvida, é a insegurança social. Os religiosos não estão seguros, pois os ataques verbais ou físicos dos radicais podem vir de qualquer lado. Por isso, é fundamental reconhecer que cada um tem o direito de escolher ou não o melhor para si.
A intolerância religiosa é somente mais uma forma de depreciação mútua. Para solucionar esse problema, é necessário que o Ministério da Cultura, em parceria com ONGs e o núcleo familiar, divulgue o máximo de informações possíveis sobre as religiões através dos meios de comunicação de massa. Assim, não existirá mais motivos para ter aversão à crença alheia. Sem dúvida, o conhecimento é a maior arma contra qualquer tipo de preconceito.

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