Título da Redação: Por uma sociedade igual, fraterna e livre

Proposta: A intolerância religiosa no Brasil

Redação enviada há mais de 3 anos por Heloiza Bernardes


A religião sempre foi símbolo de poder e unificação. Desde a antiguidade, no surgimento das primeiras civilizações, ela representou submissão dos povos a crença em um ser divino. Muitos acreditavam em múltiplos deuses, outros em um só, são várias diferenças, que a exemplo o Império Bizantino terminou em declínio após a cisma do oriente, em que religiosos com ideologias diferentes disputavam o poder. Constantes disputas propagaram-se por diversas partes do mundo e foi a partir destas que começaram a surgir intolerâncias religiosas, ou também conhecidas como heresias.
No Brasil, instituiu-se primeiramente o catolicismo como religião oficial, e depois esta foi difundida por toda parte. Os lusitanos trouxeram consigo padres (jesuítas) que tinha objetivo de catequizar os índios e promover sua salvação. Enquanto na Europa, Martinho Lutero se opunha a Igreja Católica, pois ela estava fugindo de sua própria doutrina.
Várias são as ideologias religiosas, mas dentro de cada uma existe particularidades que quando não aceitas promovem dentro de uma sociedade a divisão de povos e muitas condenações, assim como no massacre de São Bartolomeu, noite em que milhares de protestantes foram mortos, devido a contradições religiosas. A partir da concretização da democracia em Atenas, instituiu-se a liberdade de expressão, que por sinal estabeleceu maior respeito para com os outros, porém ainda não conseguiu excluir totalmente as intolerâncias religiosas.
Atualmente, o Brasil é um estado laico, no qual se posiciona com neutralidade em relação aos diferentes credos. Sempre existiu intolerância, o que ocorre hoje é que ela se tornou mais frequente e tomou uma proporção maior. Cada vez mais aparece em jornais e na mídia ataques religiosos e mortes ou condenações absurdas, e os autores dizem ser em defesa de sua religião.
Não existe violência para justificar defesa de um credo, contudo, é preciso que tais preceitos religiosos sejam respeitados por todos, aos que possuem religião e aos que não a possuem, por isso deve ser claro que a liberdade prevalece e independe das divergências. Para Gandhi, defensor da luta pacífica em prol dos direitos iguais, a liberdade e a paz interior seria a salvação de um povo que vivia escravo de guerras religiosas (hindus e muçulmanos).

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