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Proposta: A intolerância religiosa no Brasil

Redação enviada há quase 2 anos por usuário anônimo.


Fez-se inerente à hodiernidade, em virtude da perpetuação de dogmas religiosos oriundos d período colonial e da crescente exponencial do fundamentalismo, a intolerância religiosa no Brasil. Contudo, tal atitude do corpo civil, comumente baseada em estereótipos raciais, não são condinzentes aos postulados igualitários de Immanuel Kant, pelos quais a Constituição Nacional vigente é baseada. Assim sendo, é notória a premência de medidas mutualísticas, entre o primeiro e o segundo setor na incumbência de instruir a sociedade e, por conseguinte garantir a plenitude dos direitos dos cidadãos.
Em decorrência da efetiva participação da Companhia dos Padres Jesuítas na colonização até a expulsão da entidade por Marques de Pombal (século XVI ao XVIII), o catolicismo preponderou no país. Decorre-se a partir disso, a disseminação de ideologias no corpo civil de que manifestações e práticas de cunho religiosos que diferirem-se dos dogmas de determinadas religiões refém os princípios da instituição, o que culmina em uma segregação social e, em alguns casos, atos violentos e preconceituosos. Desse modo, desde a ratificação da igualdade entre os indivíduos, da liberdade religiosa e da laicidade do Estado – diretrizes que visavam combater a intolerância –, tais atitudes hostis ao bem estar social são consideradas crimes e podem resultar em detenções e punições.
Ademais, a população afrobrasileira que consoante ao Indice de Vulnerabilidade à Violência e Desigualdade Social é a principal vítima de homicídios no país, vem sofrendo, nas últimas décadas inúmeras discriminações em âmbito religioso. Dessa forma, depreende-se que o preconceito de cor continua latente na sociedade brasileira devido ao passado patriarcalista e escravista. Sendo assim, para que o Contrato Social idealizado por Thomas Hobbes seja desenvolvido, é necessário que a liberdade religiosa abranja todos os grupos coletivos, indiferentemente de especificações raciais, econômicas e sociais.
“Um galo sozinho não tece a manhã / ele precisará sempre de outros.” Nesse contexto, infere-se que no intuito de dirimir a intolerância religiosa no país, assim como no excerto de João Cabral, faz-se necessárias medidas em conjunto pelos setores da sociedade civil. Destarte, é de encargo do Estado (primeiro setor) coibir atitudes discriminatórias no todo social, por meio de uma maior aplicabilidade da lei e com o aumento do tempo de reclusão dos infratores. Outrossim, deve instruir a população quanto as diferenças etnicas e culturais presentes na sociedade, mediante a trabalhos em parceria com o terceiro setor (ONGs) em âmbito escolar: palestras e oficinas.

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