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Proposta: A intolerância religiosa no Brasil

Redação enviada há cerca de 2 anos por João do Pulo


Na Segunda Guerra Mundial, Hitler lançou mão de um projeto antissemita, o qual tinha como objetivo o extermínio dos judeus. Atualmente, no Brasil, ainda persiste a questão da intolerância religiosa, mesmo que de maneira mais branda. Essa problemática está relacionada ao preconceito e à sensação de superioridade de determinada religião. Tudo isso ocasiona a exclusão social de indivíduos com crenças consideradas fora do padrão.
Primeiramente, é fundamental destacar a discriminação e a cultura da superioridade religiosa no país. Certa parcela da população brasileira não compreende a diferença entre liberdade de expressão e intolerância. Todos têm o direito de se expressar, contudo, não é correto agredir, seja fisicamente ou verbalmente, o outro por conta de sua crença. Atos desse tipo são considerados crime pela legislação brasileira. Aliás, apesar de a Constituição do Brasil ser laica, certos indivíduos e grupos religiosos têm em mente que a sua religião é a padrão e melhor. Estes se esquecem que a fé, seja qual for a maneira de manifestá-la, é algo intrínseco a cada indivíduo. Com isso, observa-se que não existe um modelo a ser seguido, uma vez que cada um tem mentalidades diferentes.
Em decorrência disso, muitas religiões discriminadas sofrem com a marginalização de seus seguidores. Nos EUA, por exemplo, ocorreu a islamofobia após o ataque ao World Trade Center. Muitos estadunidenses acreditavam que todos os islâmicos eram terroristas e os excluíam da sociedade. No Brasil, a islamofobia corresponde a 5%, em contrapartida, a intolerância à religião afro-brasileira atinge 75%, segundo pesquisa divulgada pela Secretaria de Direitos Humanos da República. Muitos fiéis da Umbanda, a título de exemplo, são vistos com maus olhos por parcela da população brasileira por causa de seu modo de professar a fé ser diferente.
Logo, para combater a intolerância religiosa no Brasil, o MEC deve promover um aumento das aulas de Educação Religiosa, ministradas por professores de diferentes religiões, a fim de dinamizar o processo de aprendizado do aluno sobre o tema e fazer com que o mesmo cresça sem preconceitos acerca de diferentes crenças, mostrando que não há religião mais certa ou mais errada. Ademais, é papel do Ministério da Cultura, em parceria com a mídia, informar mais, por meio de TV e Internet, sobre as práticas religiosas dos diferentes grupos existentes no país, a fim de mostrar que não há nada de errado com eles, incluindo-os socialmente.

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