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Proposta: A intolerância religiosa no Brasil

Redação enviada há quase 2 anos por usuário anônimo.


O Brasil foi descoberto de forma despretensiosa e tinha como intuito a expansão territorial, fins econômicos e catequização de novos povos. Entretanto, esse acaso não impediu que os interesses da Coroa fossem alcançados,então, logo assumiram o território como sua colônia. A parte da evangelização ficou incumbida aos jesuítas, que tinham os índios como alvo. Eles realizavam missas, ensinavam a didática a e eram contra a escravização dessa etnia, construindo assim uma grande rede de persuasão. Dessa maneira evitavam que os nativos professassem sua fé politeísta. Atualmente, essa intolerância à diversidade religiosa continua presente, principalmente, contra minorias ou com crenças que fogem do senso comum. Isso deveria ser inexistente, uma vez o que o Brasil é um país laico, ou seja, a religião não é ditada pelo Estado.
Essa discriminação é advinda do egocentrismo, que concerne em intitular tal crença como a única coerente e que todos devem seguir a mesma linhagem de pensamento, dispensando o uso dos direitos humanos. Uma vez que, a pessoa impõe seus valores e esses não são acatados pela sociedade, a violência física e verbal se fazem presente. Todavia, a superioridade que assola a intolerância se camufla por trás de uma atitude boa, em que o desejo do intolerante é que todos sejam agraciados conforme o que a sua religião defende, impondo, dessa forma, o seu conceito de bem, que pode ser tão nocivo quanto praticar o mal. Assim sendo, essa bondade, muitas das vezes, se expressa como falta de respeito e se reverte em mal.
Por conseguinte, esse desrespeito se resume em uma violação constitucional, que consiste no confisco da liberdade individual de se expressar e professar sua fé. Logo, esse crime de ódio gera consequências constrangedoras e sociais à vítima, que, constantemente, perde empregos e é alvos de exclusão e chacota. Ademais, muitas doutrinas são vistas como ameaça, tanto no âmbito de violência, como o islamismo – que mata em nome de Alah, e no âmbito supersticioso, que associa a umbanda a rituais de macumba. Então, essa hostilidade cria um estigma que deprecia e intimida o professante, que vai perdendo a ênfase de sua opinião diante das acusações que sofre; já que é considerado errado por não se enquadrar nos preceitos de tal crença.
Portanto, a necessidade de sanar essa problemática é iminente. Segundo Nelson Mandela, a educação é a maior arma para mudar o mundo, então, o Ministério da Educação deve desenvolver palestras nas escolas explicando a laicidade e o dever de respeitar as diferenças. Também e importante que os programas midiáticos lancem esse impasse com o intuito de questiona-lo e causar um efeito moral. Ao poder Judiciário, é importante que haja com rigidez em relação a lei, já sancionada, da liberdade religiosa.

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