Título da Redação: Redação sem título.

Proposta: A ostentação e o consumismo.

Redação enviada há cerca de 2 anos por usuário anônimo.


Com a Revolução Industrial no século XIII, o poder de compra e a competição comercial entraram em uma ascensão gradativa. Em consequência disso, com o uso de surpreendentes artifícios de propagandas e o poder de convencimento, a população entrou no ciclo vicioso do consumismo. Atualmente, esse hábito se sustenta no gozo pelo status, na arte de impressionar e no tão problemático narcisismo e egocentrismo. Entretanto, esse exagero se torna um impasse a medida que interfere na economia mundial e quando começa a intimidar a parcela da população que não consegue acompanhar o ritmo frenético das empresas capitalistas e à resposta positiva da sociedade para com essas empresas.
Todavia, esse consumo é ditado pelas marcas que visam, constantemente, o lucro. Juntamente com a mídia elas conseguem persuadir toda a população, que passa a viver a mercê da manipulação da propaganda. Isso se perpetua através da política do ‘’bem não durável’’, que intenciona a sociedade a comprar a mesma linhagem de produtos sempre que são lançados. Assim sendo, em virtude da automopromoção, as pessoas se deixam entrar nesse mercado infindável, com o intuito de se intitularem participantes do monopólio capitalista e procuram ser reconhecidas como ‘’patrões’’, termo este que é instigado pelo maior influenciador da ostentação, o funk.
Ademais, a ostentação tem um propósito fútil de autorreconhecimento e de caráter excludente, uma vez que rejeita os indivíduos que não acompanham essa moda, sendo por motivos opcionais ou financeiros. Segundo o escritor Freud, o narcisismo nas pequenas diferenças, é a obsessão de se diferenciar daquilo que resulta mais familiar e parecido. Portanto, é comum que muitos queiram se destacar entre os demais, usando as diferenças para isso e como artifício usam de bens materiais para alcançarem o tão almejado destaque da beleza; ocasionando assim o extremo consumismo e o como fruto do exibicionismo, a ostentação.
Por conseguinte, para minimizar os efeitos desse surto é preciso que os pais eduquem seus filhos de forma sensata com o fito de que tenham uma vida econômica consciente no futuro. Outrossim, cabe ao Ministério das Comunicações estipular limites midiáticos, para que propagandas não firam a integridade social e nem estimulem a segregação financeira. Além disso, é muito importante que o Ministério da Educação faça palestras nas escolas, instruindo os alunos sobre a relevância de se respeitar as diferenças e que não se deve ridicularizar e menosprezar os demais por não terem as mesmas condições financeiras e, consequentemente, não terem os mesmo bens; ademais, as palestras também podem ter o intuito de alertar sobre as consequências do alto consumismo. Dessa forma, a sociedade e a economia serão preservadas.

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