Título da Redação: Idosos Brasil Negligenciados Valorizados

Proposta: Envelhecimento da população brasileira: os novos desafios

Redação enviada há cerca de 3 anos por ana rosa klinke


Assim como na Europa, a longevidade da população brasileira está aumentando, pois segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), tem-se que grupos sociais compostos de pessoas de sessenta anos ou mais estão cada vez maiores. Neste contexto, os idosos enfrentam grandes problemas de inserção social em conjunto com a descriminação por parte de pessoas mais jovens, em contraponto com a legislação vigente que normatiza direitos e garantias fundamentais ao idoso.
Pode-se perceber que, relacionado à baixa qualidade dos serviços públicos prestados no Brasil, tem-se o aumento dos custos com atendimento médico, medicamento, transporte e alimentação para com o idoso. Este fator monetário se agrava pelo baixo valor pago nas maiorias das aposentadorias, fazendo com que a pessoa não seja autossuficiente à medida que passa para a inatividade, transformando-a num peso econômico para a família. Além disso, vê-se a descriminação por parte da população de modo geral, não respeitando direitos básicos, bem como definindo como inúteis e ultrapassados os idosos.
Convém ressaltar que a legislação brasileira detém diversos quesitos que garantem os recursos básicos para a manutenção da qualidade de vida, não só do idoso, más também de toda uma nação. No Artigo 5 da Constituição Federal tem-se a inviolabilidade do direito a igualdade, a segurança, a vida, a liberdade e a propriedade. No Estatuto do Idoso consta que é obrigação do Estado, da família e da sociedade assegurar todos os direitos e garantias fundamentais ao idoso, bem como o atendimento prioritário e a viabilização de políticas públicas. Sendo assim, é primordial que se coloque em prática todo este artefato jurídico.
Portanto, necessita-se que haja uma intervenção em diversos setores da sociedade para combater a desvalorização do idoso, promovendo uma mudança social, assim como disse Chico Buarque: "As pessoas têm medo das mudanças. Eu tenho medo que as coisas nunca mudem". Dessa forma, com uma política de educação voltada a todas as etapas da vida, verifica-se a possibilidade da continuidade da formação, criando cursos para a capacitação do idoso nas novas tecnologias como “Tablets” e computadores. O Governo Brasileiro, ao criar projetos sociais com o intuito de não deixar crianças e adolescentes sozinhos durante o turno de serviço dos pais, podem valorizar as pessoas com mais de 60 anos, colocando-as para compartilhar experiências ao ministrar cursos e oficinas. Por fim, a mídia em conjunto com ONGs (Organização Não Governamental) podem criar programas e cartilhas que oriente a população sobre a legislação vigente, ensinando sobre os direitos e garantias que a população idosa tem. Em conjunto, a segurança pública deve fiscalizar e intervir caso ocorra à violação destes, trazendo confiança e tranquilidade a este grupo social vulnerável. Somente assim teremos a inserção social da pessoa idosa e a interação de diversas faixas etárias.

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