Título da Redação: Investir para crescer

Proposta: Política de desenvolvimento social no Brasil

Redação enviada há mais de 3 anos por Mariana Goulart


No Brasil, os serviços sociais tiveram seu surgimento devido, principalmente, à Igreja Católica, em sua necessidade de recristianizar a população, contudo fora a partir da Era Vargas (1930 e 1945) que se desenvolveram os principais serviços de previdência e assistência social, como a Legião de Assistência Social (LBA). É visível, atualmente, a existência de diversos desses programas, no entanto, para que ocorram melhorias, é preciso conhecer a história de suas construções, eficácia e necessidade dos mesmos.
A LBA tornou-se um dos serviços de maior destaque, uma vez que garantia uma renda àquelas famílias cujos chefes foram convocados à segunda guerra. No entanto, com sua queda durante o governo Collor, a criação de serviços que a substituíssem fez-se necessária e, após alguns anos, criou-se o Ministério da Previdência e Assistência Social (MPAS). Unificaram-se programas assistenciais com o surgimento do Ministério de Desenvolvimento Social (MDS) e construiu-se o Sistema Único de Assistência Social (SUAS), o qual garante, até hoje, o financiamento da Política Nacional de Assistência Social (PNAS). Conhecendo tal história, torna-se claro que o governo aguarda resultados para então direcionar seus investimentos.
Pode-se afirmar que grandes programas como o atual Bolsa Família, já apresentam resultados positivos relacionados à geração de renda, capacitação profissional, educação, redução do trabalho infantil e à saúde de grande parte da população. Contudo, a indispensabilidade da contribuição financeira oferecida aos inscritos em quaisquer dos programas oferecidos pelo governo, deve ser questionada, uma vez que é possível reduzi-la sem prejudicar a população ou o desenvolvimento do país. Apesar da esperança de que, em longo prazo, os efeitos da contribuição financeira, oferecida atualmente pelo governo, reduzam as diferenças sociais presentes no Brasil e torne a população menos dependente, é mister a aplicação de capital também em outras áreas.
Logo, a fama brasileira de não “arriscar” investimentos na educação mostra-se mais gritante, uma vez que o país parece retornar às ideias romanas de “pão e circo” para garantir um controle da massa. Pode-se afirmar, então, que, se o desenvolvimento do país é de fato importante para os governantes, são eles os quais devem evitar os desvios de verbas, e investi-las em uma educação pública de qualidade, além de possibilitar a geração de renda com a abertura de vagas para os menos escolarizados. A partir de tais aplicações de verbas, o retorno para o país como um todo, apesar de visível a um longo prazo, é garantido.

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